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terça-feira, 17 de maio de 2016

Como o romance de Maria José Dupré, éramos seis.

Sábado, 23 de abril, pouco depois das sete horas da manhã, incorporei-me ao grupo que havia saído de Sobradinho – Arival, Belizário, Deusvaldo, Jesumar e Roberthson, e tinha como primeiro destino a cidade de Diamantina, em Minas Gerais. De lá, outros destinos seriam escolhidos desde que neles estivesse a cidade de Serro.  Motivo: meus primos Belizário (Júnior) e Roberthson (Berão) iriam tentar identificar troncos da família Ávila para saber um pouco mais do seu avô paterno José de Ávila que migrara muito jovem para a região de garimpos do médio São Francisco na Bahia, onde constituiu família. Ahhh... a visita a cidade de Serro também estava pautada para aquisição de queijos diversos produzidos ali. Outra certeza ao começar a viagem era que eu, Júnior e Berão, iriamos até o Piauí. Uma Toyota Prado e uma L 200 nos carregariam do planalto central às montanhas de Minas com a esticada ao Piauí.
O primeiro bate-papo do grupo foi em Cristalina, parada estratégica para um cafezinho e discussão sobre o almoço.  Apesar da resistência de Arival, venceu a sugestão de comermos uma peixada de Surubim no Restaurante Beira Rio, em Três Marias, às margens do Velho Chico. Independente da apresentação do prato, o mestre Arival estava com a razão. O peixe não foi o que esperávamos.
Causou estranheza a todos a quantidade de pedágio no trecho de Brasília ao trevo para Curvelo. Cinco ao todo, a R$ 4,60 cada, e muito pouca pista duplicada. Coisas do Brasil!
Chegamos a Diamantina ao anoitecer e a temperatura, àquela hora, na casa dos 20° indicava que o frio iria apertar mais tarde. Para nós, sedentos por uma bebidinha, isso era fator de menos importância. Noite fechada, guiados pela Prado de Arival tendo como co-piloto Jesumar – já habitués das plagas diamantinenses – chegamos à Praça da Matriz de Santo Antônio, após percorrer um beco em que só é possível passar com carros médios recolhendo os retrovisores externos. Ali, bem próximo, por toda a Rua da Quitanda, mesas apinhadas de pessoas que degustavam petiscos e pratos da terra acompanhados de vinhos, cervejas e doses da legítima cachaça mineira, aguardando a Vesperata, um evento musical da cidade que tem datas definidas de abril a outubro. A música, o casario colonial e a iluminação em formato de lampiões nos remetem a rememorar a história do Brasil, fatos e personagens dela. Certamente, que não esquecemos Juscelino Kubistchek, o filho mais ilustre da cidade.

Pela manhã voltamos ao centro histórico de Diamantina para fotografias e incursões em becos e ladeiras. Em uma das vielas encontramos um café da manhã comunitário e muito folclore regional. 

Na noite anterior tinha ficado resolvido que o nosso próximo destino seria Serra do Cipó. Pegamos a estrada rumo à Cordilheira do Espinhaço. Logo no início da viagem, uma placa indicava a nascente do Jequitinhonha. Da serra para o mar. Trechos de asfalto e terra compõem grande parte do trajeto até Conceição de Mato Dentro entrecortado pela Estrada Real (Diamantina-MG a Paraty-RJ), destinada ao escoamento da produção de ouro e diamantes.

Passava do meio-dia quando chegamos à Serra do Cipó. Cidadezinha com clima de montanha e opções de ecoturismo. Depois de um rápido almoço fomos nos instalar na Pousada Prata Serra do Cipó. Aproveitando a área de lazer e a cerveja gelada, ficamos até o escurecer em um bate-papo de diversos e inesgotáveis assuntos. À noite, o grupo, desfalcado de Deusvaldo que ficara “descansando” na pousada, foi até o centro comercial da cidade a procura de cerveja gelada. Para nossa surpresa o barzinho que escolhemos sugeriu, como opção, chope da Brahma. Certamente, ao sairmos, um barril ficou vazio.
Dia seguinte, logo depois do café da manhã, iniciamos a subida da serra com destino a Serro e uma parada programada, para aquisição de linguiça caipira, em Conceição de Mato Dentro. O estômago já reclamava a ausência de um grude quando chegamos ao nosso destino.

De cara, logo ao entrar na cidade, identifiquei uma placa em um estabelecimento que poderia por fim à busca de Júnior e Berão sobre seus antepassados. A placa indicava um boteco com o nome da família. Marquei o local para uma visita.
Paramos no Restaurante Dodóia e Júnior que oferece comidas caseiras típicas da cozinha mineira. A entrada da refeição principal é a base de queijos diversos produzidos no município acompanhados de uma legítima cachaça mineira, para os apreciadores. Depois de uma exagerada refeição, na verdade sem preocupações como as taxas do hemograma, fomos conhecer a Pousada da D. Tuca, uma sugestão econômica de Denise Guerra baseada em pesquisas na internet. Considerando o benefício da pousada, o custo estava de bom tamanho.
Devidamente instalados deixamos o local para conhecer a cidade, suas igrejas e outras construções coloniais. Depois das visitas ao Pelourinho, às igrejas de Nossa Senhora do Carmo e de Santa Rita, esta com seus 57 degraus longos, fomos até o Butiquim J. Ávila matar a sede. Ali, entre uma cerveja e uma explicação, ficou evidente que a busca de Berão e Júnior por seus ancestrais não é uma tarefa fácil, haja vista que em todos os ramos da família Ávila há um José para homenagear o patriarca do casal português que se instalou no Serro. Diante do fato resolvemos retornar à pousada com o intuito de encomendarmos uma galinha caipira para o jantar. A encomenda foi prontamente aceita por D. Tuca, porém, com uma advertência: “galinha não é problema, pois tenho e mato, mas não faço.” Imediatamente, e de forma uníssona, todos disseram: “Berão faz”.  E fez! Jantamos e nos recolhemos para fugir do friozinho cortante.

Pela manhã, fomos direto à Cooperativa em busca dos queijos. Queijos e sabores para todos os gostos. As encomendas e as compras de cada um terminaram por encher três grandes caixas térmicas que ocuparam quase todo o bagageiro da Prado, inclusive as minhas compras, as de Berão e as de Júnior, uma vez que de Serro nós iríamos para o Piauí rumando para o norte de Minas. Após as despedidas pegamos a estrada. Arival, Deusvaldo e Jesumar retornando a Brasília e nós seguindo o traçado inicialmente acertado.
Na primeira hora de viagem um barulho na cabine da L 200 começou a ser notado. O barulho era como se fosse provocado pelo contato de um plástico duro com outro ou com metal e minha impressão era que vinha do painel frontal mais especificamente do aparelho multimídia. Berão concordava. Júnior receoso de que fosse algo com o conjunto de direção estava apreensivo. Paramos em uma oficina em Diamantina, mas logo por consenso resolvemos seguir viagem até a oficina autorizada Mitsubishi, em Montes Claros. Chegamos por volta de meio-dia. Demos entrada no veículo e saímos para almoçar. Na volta o consultor técnico informou que o carro passaria por um recall na fechadura do capô e seria providenciada a avaliação da reclamação. O recall foi realizado e o carro devolvido sem que tenha sido identificado nenhum barulho. Melhor assim. Júnior deixou a oficina com o ego massageado pela resposta do consultor técnico e do mecânico a uma solicitação de avaliação informal sobre o estado do veículo: notas 9,5 e 9,0, respectivamente.
Como ficamos parados mais de três horas, chegamos à Janaúba ao cair da noite. Como não conhecíamos a estrada resolvemos procurar um hotel para pernoite. A cidade de Janaúba destaca-se pela produção de frutas tropicais, especialmente a banana, e pelo abate diário de 800 bovinos destinados à exportação para a Europa, Ásia e Oriente Médio. Pegamos novamente a estrada tendo como referência a cidade de Cocos, na Bahia. Depois de viajar cerca de uma hora passamos pela cidade de Jaíba, que detém um dos maiores projetos de irrigação com águas do São Francisco, resultado de uma parceria entre o governo federal e o governo do estado de Minas, para produção frutícola, olerícola e outras culturas tradicionais. Logo adiante chegamos às margens do São Francisco. Majestoso e exuberante se deixa cortar por balsas usadas para travessias de pessoas, veículos leves e pesados. Do outro lado a cidade de Manga. Ao saber que havia feira no mercado Berão exigiu uma visita para aquisição de feijão, farinha e temperos básicos. Após as aquisições, voltamos a pegar a BR-135 – terra, bico de pedra, poeira e um pouco de excelente asfalto.
Mas ainda faltava o inusitado!


      Ao passar sobre a ponte do rio Carinhanha, divisa dos estados de Minas Gerais e Bahia, fomos surpreendidos pelo fim da estrada, literalmente. Após a ponte, sem nenhum aviso nos dois quilômetros que a antecedem, havia uma cerca. Uma cerca de arame farpado! Uma armadilha irresponsável patrocinada por órgãos governamentais a quem competem o projeto, a construção, a sinalização e a conservação das rodovias. Ficamos a imaginar àquela situação à noite, com visão limitada. Coisas do Brasil!

Voltamos cerca de um quilômetro até um trevo que dá acesso a uma corrutela que se liga a Cocos na Bahia por meio de estrada típica para carros de boi ou carroças e, hoje, muito bem vencida pelas inúmeras motocicletas da região. 

 Do nada, como uma miragem, ao final de uma descida em curva, surge uma ponte de madeira sobre um curso d’água impressionantemente límpido e transparente. Ao passar sobre a ponte Júnior perguntou a mim e Berão: estamos com pressa? A resposta, óbvia: de maneira nenhuma. Vamos parar. Paramos o tempo suficiente para que não passássemos de Barreiras-BA naquela noite. Ou seja, paramos mais tempo do que devíamos parar. Instalados em uma mesa rústica à beira do rio Itaguari, nas sombras de árvores frondosas, pedimos um almoço básico e o regamos com loiras geladíssimas.  Tínhamos que seguir viagem, afinal ainda nos faltava vencer cerca de 800 km até o nosso destino, as fazendas Estreito e São Jorge.

Chegamos a Barreiras-BA, por volta de 19 horas, para nosso último pernoite antes de chegar ao Piauí. Saímos cedinho e antes das 11 horas já estávamos aboletados no Bar do Mário em Monte Alegre bebendo cerveja, jogando conversa fora e preparando a matula líquida com vasilhames emprestados pelo dono do bar.
Nas fazendas foram cinco dias de comilanças e muita cerveja. Algumas providências acertadas e retornamos a Brasília após dez dias da nossa saída e 4.000 km percorridos.

Vai ter mais! Ora, se vai!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Centenário de Nascimento de Nina (Eunice -Guerra- Lemos Rosal)


A publicação abaixo tem caráter pessoal e familiar. A crônica, especialmente escrita pela ocasião do centenário de nascimento – comemorado pos mortem – de Eunice -Guerra- Lemos Rosal, a Nina, narra a simples e ao mesmo tempo fabulosa trajetória da fantástica mulher que completaria 100 anos no último 13 de janeiro.

Aos leitores, desejo uma viagem completa em uma crônica com ares de fábula que descreve, de maneira resumida porém sublime, uma brilhante história de vida.

Daniel Guerra

 

Centenário de Nascimento de Nina (Eunice -Guerra- Lemos Rosal)

13 de janeiro de 2011

 

Por Jorge Luiz Alencar Guerra

Eunice

O ano de 1911 começara para o casal Joaquim e Eleutéria não muito diferente daqueles dois últimos após o casamento, exceto pela expectativa da chegada de mais um filho.
As noites quentes e o céu carregado de nuvens levavam todos a imaginar que seria um ano de bom inverno, como é chamada a estação chuvosa na região. De vez em quando a lua crescente enciumada do tempo fechado, teimava em despejar clarões iluminando a grande lagoa do Boqueirão e fazendo correr uma brisa que subia do rio Gurguéia para a Casa Grande.
Os preparativos para a chegada do segundo filho do casal Joaquim e Eleutéria eram intensos.  Os panos e cueiros já estavam lavados, passados e guardados em um baú reservado para este fim; as mezinhas e os ungüentos depositados sobre a mesa no canto do quarto; a despensa reforçada por mantas de carne seca de um boi malabar pasteiro nos baixões do Sítio. A qualquer hora começariam os sinais do iminente parto.
E, para não fugir à regra, tudo começou no meio da noite do dia 12 de janeiro, após uma chuva intensa entrecortada por lânguidos relâmpagos e preguiçosos trovões. Os primeiros clarões do dia 13 de janeiro já permitiam a visualização do horizonte na região do nascente quando o choro forte e estridente anunciou o nascimento da criança. Logo a notícia espalhou-se pela Casa Grande e pelas áreas de servidão: nascera uma menina e a ela foi dado o nome de Eunice. Com o passar dos anos, apesar de mirrada, demonstrava uma personalidade forte e um alto senso de aglutinação.
Em 1935 casou-se na fazenda Boqueirão, com Milton Rosal, fixando residência em Nova Lapa, hoje Cristino Castro. Ali nasceram os dois primeiros de um total de oito filhos do casal.
Coube a Eunice a missão de tomar posse e edificar benfeitorias na área de terra desmembrada no extremo norte da fazenda Boqueirão. Assim nascia a fazenda Estreito, que para todos nós vai da lúdica infância ao inevitável vôo com as próprias asas como se pássaros fossemos.

Nina

Quis o destino que Eunice, já mãe de Joaquim, com sua peculiar hospitalidade recebesse em sua casa a afilhada Maria Eunice que por não conseguir chamá-la de madrinha, pela tenra idade, chamou-a de Nina.
Esse tratamento carinhoso foi seguido primeiramente pelo filho Joaquim e pela sobrinha Tancy.  E depois, a eles se seguiram os filhos, as noras, os genros, os sobrinhos, os netos, os amigos.
Nina, que significa menina graciosa, tornou-se identidade e referência.
Apesar de ser mãe de oito filhos e de ter criado muitos outros, Nina não foi chamada de mãe. Coube a Fabrício, filho de Celso, ousar e ter o privilégio de ser o primeiro neto a chamá-la de Vó Nina.
Viúva aos 37 anos se viu obrigada a manter a família assumindo todo o serviço da roça, orientada pelos irmãos os quais a tinham como referência e faziam do seu casarão o porto seguro após a lida diária. A relação entre ela e os irmãos era tão intensa que Celso Guerra passou a dormir na porta de seu quarto desde a morte prematura de Milton.
Nina desafiou e venceu obstáculos com tenacidade e temperança, e deixou uma marca indelével como a de gerir o funcionamento de um engenho de cana-de-açúcar produzindo mel, rapadura, batidas e cachaça que contribuíam para o sustento da família e para manutenção da propriedade.
           Os desafios surgiam, pondo à prova a perseverança de Nina. Não bastassem as preocupações com os filhos, com os aderentes, com a casa, com o gado, com as criações e, ainda, surgia o imponderável como a testá-la. Certa feita , as roças que ficavam em frente à casa e que serviam de manejo para os rebanhos, do nada, começaram a pegar fogo. Nina, de forma beligerante, pediu ajuda aos homens para fazer um aceiro na tentativa de isolar o fogo.  Invocou a ajuda de Deus para que o fogo fosse controlado e no seu íntimo e com a sua simplicidade fez uma promessa: se o fogo não queimasse as roças, iria a pé, na companhia da inseparável amiga Alice Chaves e do compadre Ananias Borges, a São Benedito, distante 12 léguas (cerca de 72 km). Fogo controlado, promessa paga.
Aconselhada pelo primo Samuel Guerra que a visitava, Nina pensou grande e mesmo com o coração apertado e a saudade dilacerando o peito fez sair os filhos, a partir de Joaquim, em busca de estudos já não disponíveis na região. Aceitava a saudade da separação e a falta de notícias mas não relutava em ser enérgica na determinação de que os seus filhos deveriam ser doutores. A nenhum foi dada a obrigação de que deveria cuidar da fazenda. O saber estava acima de tudo.
            Exímia costureira de calças, calções e ceroulas, Nina teve colocada à prova a sua habilidade manual ao intervir de forma positiva em procedimento cirúrgico salvando a vida de Anísio, um de seus filhos de criação, que durante uma festa fora esfaqueado e teve o intestino perfurado. A técnica e os instrumentos usados no procedimento demonstraram toda a habilidade de Nina. Com uma faca esterilizada no fogo do álcool aumentou a incisão para que pudesse suturar com agulhas de costura os dois furos. Usando azeite-de-doce e tição de lenha aqueceu o intestino fazendo com que o mesmo retornasse à cavidade abdominal e, posteriormente, procedeu à sutura do tecido utilizando linha e agulha comuns. Como não dispunha de mais recursos achou por bem despachar um positivo a Gilbués para falar com o Dr. Paulo, médico da cidade, que imediatamente recomendou o uso da penicilina, à época, recém descoberta. Para conservar o medicamento foi usada a técnica de imersão em uma bacia com areia molhada e com a água renovada periodicamente para manter a temperatura. Uma vida foi salva pela disposição, iniciativa e força de mulher sertaneja representada ali por Nina. Mais uma vez, contou com a ajuda do compadre e sempre presente Ananias Borges. 
           No Piauí, especificamente na beira rio do médio Gurguéia, Nina foi muito mais que uma mulher. Foi conselheira, foi médica, foi modista, foi amiga, foi mãe de um sem número de meninos e meninas que o destino levou à sua casa. Para mim, foi a tábua de salvação e a providência sábia para que eu aqui hoje estivesse. Não fosse ela, certamente, eu teria ficado sob os cuidados de alguém que não teria o desvelo e a perseverança para que eu sobrevivesse à ausência de minha mãe, que por motivo de doença foi afastada do meu convívio. Durante os meus primeiros seis meses de vida ela cuidou para que não me faltasse o leite. Sem medir esforços e enfrentando as intempéries da ocasião levava-me para que mãe Deja, mãe de Neuzita, pudesse amamentar-me. Na falta de leite humano improvisava o leite de jumenta e o de cabra. O importante era saciar a fome e prover a vida.
O nascimento dos netos, excetuando os de mãe Milce, marca o início do afastamento de Nina da fazenda Estreito e, por conseqüência, um vazio na vida dos que com ela viviam e conviviam.
Mas nem mesmo o tempo pode impedi-la de aprender. Ávida e curiosa, com tempo de sobra para observar, foi aprender com a neta Belaura a arte de fazer crochê, tornando-se crocheteira refinada.
Faltava-lhe, ainda, algo para completar a sua rica experiência de vida. E o que lhe faltava era ninar a sua terceira geração. E para a sua graça os bisnetos vieram em abundância na primazia de Rebecca.
Em 4 de agosto de 1993, Nina foi chamada a desempenhar outra missão. Desta feita, junto ao Criador que, certamente, estava necessitado de uma guerreira com experiência e sensibilidade para ninar aqueles que eram chamados de volta à casa do Pai.
Brasília, 29 de janeiro de 2011